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Doença Periodontal pode levar ao Diabetes Gestacional

Fonte: Science Daily
Original em inglês: Periodontal Disease Can Lead To Gestational Diabetes, Study Shows

Um estudo realizado pela Universidade de Nova York descobriu evidências de que as mulheres grávidas com doença periodontal são mais suscetíveis de desenvolver diabetes mellitus gestacional do que mulheres grávidas com gengivas saudáveis.

O estudo, liderado pelo Dr. P. Dasanayake Ananda, professor de epidemiologia e promoção da saúde do NYU College of Dentistry, acompanhou 256 mulheres em seus primeiros seis meses de gravidez. Vinte e duas mulheres desenvolveram diabetes gestacional. Estas mulheres tinham níveis significativamente mais elevados de bactérias periodontais e inflamação do que as outras mulheres no estudo.

Os resultados, publicados no Journal of Dental Research, sublinham quão importante é para as gestantes manter a boa saúde bucal.

Segundo Dasanayake, o estudo sugere que "a mulher deve consultar um dentista ao planejar engravidar (...) Tratar a doença periodontal antes e durante a gravidez demonstrou ser seguro e eficaz na melhoria da saúde oral da mulher e minimizando os riscos potenciais".

O Diabetes gestacional é caracterizado por uma incapacidade de transporte da glicose - a principal fonte de combustível para o corpo - para as células durante a gravidez. A condição geralmente desaparece quando a gravidez termina, mas as mulheres que tiveram diabetes gestacional têm maior risco de desenvolver mais tarde a forma mais comum de diabetes, conhecida como diabetes tipo 2.

Tradução: DENTISTAS.COM.BR
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artigo original em inglês

A importância da higiene íntima feminina

Fonte: Último Segundo
Original: A importância da higiene íntima feminina
Segundo o médico ginecologista e obstetra Sérgio Peixoto, Professor Titular do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina do ABC e Professor Associado e Livre Docente de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP, a anatomia genital feminina - voltada para o interior do corpo - é um dos principais fatores para o aparecimento de infecções.

"Batemos sempre na tecla de que o melhor remédio é a prevenção através da educação", explica o ginecologista, listando as principais infecções as doenças sexualmente transmissíveis (DST), entre elas, a AIDS, as infecções urinárias, pós-parto e pós-operatórias.

No caso das infecções urinárias, a prevenção começa com uma higiene correta da região desde o nascimento, com o uso de sabonetes infantis e higienização sem contato com o ânus para que não haja contaminação. "Há muitas mulheres adultas que ainda não sabem se higienizar após evacuarem. Passam o papel higiênico no ânus e depois, na vagina, de trás para frente, contaminando a região com fezes".

A higiene feminina, segundo ele, deve ser feita, desde recém-nascida, com sabonetes infantis. Na adolescência e idade adulta, é recomendado o uso de sabonetes íntimos femininos, que respeitam o PH - teor de acidez - da vagina.

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75% das mulheres com Aids e mais de 60 anos contraíram vírus do marido

Fonte: Jornal de Araraquara
Original: Mulheres: 75% contraíram HIV do marido

Um levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde apontou que 75% das mulheres portadoras do vírus HIV e que têm mais de 60 anos foram infectadas por seus maridos. A pesquisa foi feita com base nos atendimentos do Ambulatório de Aids do Idoso do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, que atende mensalmente cerca de 100 pessoas.

Já entre os homens, 80% afirmam terem contraído a doença em relações extraconjugais e infectado suas parceiras.

Segundo o coordenador do ambulatório, Jean Gorinchteyn, esse alto número de mulheres infectadas e a maneira como seus parceiros contraíram a doença, se explica principalmente pelo fator hormonal. "A mulher com mais de 60 anos ainda está na fase da menopausa, tem diminuição de libido e lubrificação, enquanto o homem ainda sente desejo, o que explica muitas das relações fora do casamento" , afirma.

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Perca o medo do câncer de mama

A Novartis, está patrocinando a "Campanha Ser" em anúncios na TV fechada, indicando (embora confusamente, em letras pequenas) o seu site:
www.iniciativaser.com/pt

Apesar da divulgação em tão larga escala como a TV, o site, ainda muito confuso, tem um link interessante, "Perca o medo do câncer de mama", mas que não funciona (pelo menos não funcionou hoje). Apenas um parágrafo se repete (duas vezes na mesma página), incompleto, dizendo: "Quase três em cada dez tumores detectados na mulher são de mama, segundo os especialistas. Contudo, o auto-exame e as novas técnicas"
Só! Terminando (ou não terminando...) assim mesmo.

Conseguimos achar através de links do Google um vídeo da campanha, em espanhol...
Depois conseguimos localizá-lo no site, dentro do link "Testemunhos". Reproduzimos abaixo:



O link "Detecte a tempo" é um dos mais importantes para o público leigo.

Destacamos um trecho, denominado Guias da Sociedade Americana do Câncer (ACS) para o diagnóstico precoce do Câncer de Mama.

A Sociedade Americana do Câncer recomenda os seguintes guias para a detecção precoce do Câncer de Mama nas mulheres que não apresentam sintomas:

Mamografia: as mulheres de 40 anos em diante devem fazer uma mamografia por ano e devem continuar fazendo esse exame mesmo gozando de boa saúde. Embora alguns cânceres possam passar despercebidos pela mamografia, esse exame é uma forma bastante efetiva de diagnóstico do Câncer de Mama.

Uma mamografia é uma radiografia do seio. Esse exame é utilizado na busca de doenças em mulheres que não aparentem ter problemas nos seios.

Durante uma mamografia, o seio é comprimido entre duas placas durante vários segundos enquanto são feitas radiografias. A pressão dura apenas alguns poucos segundos. Embora isso possa causar certo incômodo por breves momentos, é necessário para que se possa obter uma boa imagem. Os níveis de radiação utilizados são muito baixos.

Para fazer uma mamografia, é necessário despir-se da cintura para cima, mas será fornecido um camisolão para cobrir-se. Um técnico (geralmente uma mulher) disporá o seio corretamente para o exame. A pressão dura apenas uns poucos segundos enquanto são feitas as imagens. O procedimento completo dura em torno de 20 minutos.

Exame clínico do seio (CBE): as mulheres de 20 a 39 anos de idade devem submeter-se a um exame clínico dos seios (CBE na sigla em inglês) como parte de um exame periódico de saúde, efetuado por um profissional médico, de preferência a cada 3 anos. A partir dos 40 anos, as mulheres devem submeter-se a um CBE todos os anos. Pode ser recomendável submeter-se ao exame clínico dos seios pouco antes da mamografia. O exame pode ajudar a familiarizar-se com o modo pelo qual você sente seus seios.

O exame clínico dos seios (CBE) é um exame dos seios feito por um especialista em saúde, como um médico, enfermeira ou enfermeira assistente. Para esse exame, você deve despir-se da cintura para cima. O profissional médico primeiramente observará se existem mudanças no tamanho e na forma de seus seios. Em seguida, usando a ponta dos dedos, ele apalpará suavemente os seios para determinar se existem protuberâncias (caroços). Também examinará a área sob os braços. Esta é uma boa ocasião para aprender a fazer o auto-exame dos seios se ainda não souber como fazê-lo.

Familiarização com seus seios e auto-exame: o auto-exame dos seios é uma opção para as mulheres a partir dos 20 anos de idade. As mulheres devem ser orientadas sobre os benefícios e limitações do auto-exame dos seios. As mulheres devem informar imediatamente seu médico sobre qualquer mudança que observem no aspecto e sensação de seus seios.

O mais importante é consultar seu médico imediatamente se notar qualquer uma das seguintes alterações: uma protuberância ou “caroço”, inchaço, irritação ou formação de covinhas ou feridas na pele, dor ou retração (contração) dos mamilos, enrijecimento ou descamação dos mamilos ou da pele dos seios ou uma secreção que não seja leite materno. Lembre-se que na maioria dos casos, estas alterações não querem dizer que você tenha câncer.
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Sangue bom: tudo sobre menstruação

Fonte: GLOSS
Original: Sangue bom: tudo sobre menstruação

Os tratamentos que suspendem a menstruação são cada vez mais procurados, mas o tema ainda divide especialistas. Principais interessadas, as mulheres contam como encaram os males e as vantagens do ciclo menstrual

Na Idade Média, as mulheres não tinham permissão para comungar nos dias em que estavam menstruadas. No século 19, elas eram consideradas, durante aquele período do mês, "vítimas de uma enfermidade" na Inglaterra vitoriana. Ao longo da história, a oposição à menstruação foi tamanha que o movimento feminista resolveu fazer dela uma bandeira - e propagar que tantas críticas seriam uma forma de repressão à sexualidade feminina. Ainda hoje, em pleno século 21, as regras enfrentam muita oposição - principalmente por quem se depara com elas todo mês, na intimidade do banheiro.

Nos últimos cinco anos, a procura por anticoncepcionais de longa duração (que suspendem a menstruação) dobrou, segundo dados do ginecologista Eduardo Zlotnik, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. São injeções, implantes subcutâneos e um tipo de DIU, todos à base de progesterona, que garantem o fim das cólicas e de outros sintomas da TPM.

O assunto ainda gera polêmica entre os médicos. Entre os que mais são a favor da suspensão está o ginecologista baiano Elsimar Coutinho, que no livro Menstruação, a Sangria Inútil (1996) defende que essa é a melhor maneira de evitar problemas como os ovários policísticos e os miomas (tumor benigno no útero), além do desconforto mensal.

ATESTADO DE SAÚDE
Já o ginecologista Cláudio Bonduki, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), acha que é sempre melhor respeitar a natureza. "Todas as funções não úteis aos seres humanos foram eliminadas ao longo da evolução. Se a menstruação ficou, é porque tem seu papel", diz. A ginecologista Lúcia Hime, da Faculdade de Medicina de Santo Amaro, dá um exemplo: "A menstruação é um indicativo da boa saúde. Quando ela pára sem motivo, pode haver problemas na glândula tireóide ou na supra-renal".

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